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Hoje é Quarta-Feira, 23 de Outubro de 2019
Reformas e indicadores melhorados criam um novo ambiente de investimento no Brasil


Reformas e indicadores melhorados criam um novo ambiente de investimento no Brasil

A queda da inflação e das taxas de juros, a melhoria dos níveis de confiança e o aumento dos investimentos são parte dos efeitos das medidas governamentais



Depois que o presidente Michel Temer assumiu o cargo, a economia brasileira foi reorganizada e começou a mostrar os resultados esperados pela sociedade. No início do ano, pela primeira vez após oito trimestres de declínio consecutivo, o país finalmente cresceu novamente. As medidas adotadas em pouco mais de um ano da nova administração levaram à retomada do emprego, à avaliação das empresas no mercado de ações, à queda da inflação e ao aumento da confiança na economia por parte dos investidores, empresários e famílias.
O presidente Temer, em um artigo recentemente publicado nos jornais brasileiros, afirmou que "o Brasil não pode parar". Para continuar esses avanços, o governo adotou medidas microeconômicas que facilitam a vida dos empresários e consumidores. Além disso, ele enviou ao Congresso um projeto de lei para a reforma das pensões e outro para modernizar as leis trabalhistas.
Diante de todas essas mudanças, vários indicadores relevantes para a economia viram melhorias significativas desde o início da administração de Temer. Em fevereiro de 2016, com a economia em desordem, a inflação atingiu 10,36% nos termos do acumulado do ano - bem acima dos limites de tolerância da meta de inflação.
Após ajustes nas contas públicas e outras medidas, o indicador oficial que mede o custo de vida no Brasil caiu drasticamente. Foi de 10% para 3,60% - o menor desde maio de 2007, quando o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 3,18%. Na prática, a diminuição do IPCA significa mais comida na mesa para os consumidores, que também têm mais margem de manobra sobre como planejar seus gastos.
Ao mesmo tempo em que conseguiu reduzir a inflação, o governo criou as condições necessárias para o Banco Central reduzir a taxa básica de juros (Selic). Com a criação do limite de gastos, o orçamento público tornou-se mais organizado e reduziu a pressão exercida sobre o custo de vida dos brasileiros. Este cenário possibilitou que o Banco Central reduzisse as taxas de juros, que já se refletem em empréstimos e financiamentos com menores taxas para consumidores e empresas.
Mais investimentos
As medidas que reorganizaram a economia e a redução da inflação e das taxas de juros também criaram um melhor ambiente de investimento. O risco do país em falta nos investidores, o chamado Risco do Brasil, despencou em um ano da administração de Temer. Antes da inauguração do presidente, esse indicador atingiu cerca de 500 pontos. Nos últimos meses, assumiu uma tendência descendente acentuada e agora tem cerca de 200 pontos.
Na prática, quando o risco do país diminui, significa que o país tornou-se mais confiável para os investidores estrangeiros. Entre janeiro e maio, na sequência dessa renovada confiança, o país atraiu US $ 32,4 bilhões em investimentos estrangeiros para o setor produtivo. Isso significa mais dinheiro com potencial para criar mais empregos e renda no Brasil. A previsão é que o país receberá US $ 75 bilhões em influxões este ano.
As empresas são mais valiosas
Outro indicador importante, a Bolsa de Valores de São Paulo (BM & FBovespa) mudou de direção após Temer ter assumido a presidência. No seu pior momento, no primeiro trimestre do ano passado, o Ibovespa, principal índice do mercado brasileiro, caiu para 38 mil pontos. Desde esse ponto até a última terça (04), o mercado de ações aumentou quase 70%.
A soma de todas as empresas listadas na bolsa de valores da Bovespa viu uma forte avaliação no período entre maio de 2016 e maio de 2017 (ou seja, o primeiro ano de mandato da Temer na presidência). Coletivamente, essas empresas obtiveram ganhos de valor de mercado de R $ 509,78 bilhões.

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