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Hoje é Segunda-Feira, 14 de Outubro de 2019
Venha conosco ao Irã - 15 - província de Isfahán - monumentos históricos de Isfahán


Venha conosco ao Irã - 15 - província de Isfahán - monumentos históricos de Isfahán

Anteriormente tinhamos viajado à cidade de Isfahán e haviam conhecido a sua história. Também foi dito que Isfahán, devido a suas preciosas obras históricas, é uma das melhores cidades não só do Oriente Médio, como de todo mundo. Neste programa, lhes apres



A Praça Imam Khomeini (que Deus o abençoe), anteriormente chamada Praça de Naqshe-Jahan, é uma das praças antigas na qual sem encontram outros monumentos históricos como as mesquitas de Imam Khomeini e Xeque Lotfollah, o palácio de Aali-gapu e um mercado ao redor da praça. Tudo isto, constitui um conjunto mais importante de patrimônio histórico de Isfahán, concentrado nesta praça. Por isso, é o lugar mais visitado por turistas tanto domesticos como estrangeiros. O nome da Praça de Naqshe-Jahan foi registrado em 1935 na lista das obras nacionais do Irã, sendo posteriormente em 1979, tumbado na lista dos patrimônios mundiais da UNESCO. Nesse caso decidimos apresentar primeiramente por monumentos históricos que se encotram nesta praça.

Antes que Isfahán fosse escolhido como capital da dinastia Safávida, o local onde se encontra a atual Praça de Naqshe-Jahan havia um grande jardim denominado Naqshe-Jahan. Até a época do Xá Abbas Safavi que ele foi transformado na superfície atual, sendo construído ao seu redor os restantes monumentos históricos, que ganharam a fama mundial.

Por exemplo, no norte e o sul da praça, estão situados o mercado de Sardaare Qeisarieh e a mesquita Imam Khomeini, também chamada à mesquita Jaame Abbasi, e no oeste e o este da praça se encontram os edifícios do palácio de Aali-qaapu e a mesquita Xeque lotfollah. A longitude da praça, desde o norte até o sul, supera os 500 metros e tem 165 metros de largura.

No século XVII, a Praça de Naqshe-Jahan, era uma das maiores do mundo. Na época do Xá Abbas Safavi e seus sucessores, foi o lugar onde se jogava pólo com cavalo, bem como desfilava o exército e também se expunha obras de teatro. A existência de duas grandes entradas de pedra, uma no norte e a outra no sul da praça indica a antiga glória da praça. Famosos turistas europeus que visitaram a capital do Irã na época de Safávida, tais como o francês Chardian, Tavernier, Pietro Dellavalle, Engelbert Kampfer e outros turistas europeus na época de Safávida e a de Qajar, tinham registros detalhadas desta praça.

Chardian, o conhecido aventureiro francês, no seu roteiro de viagem, descreve a Isfahán, dizendo: "A Praça de Naghsh-Jahan, uma das mais belas do mundo, tem uma forma quadrado-retangular. Ao redor da praça existem muros construídos de tijolo e calo negros. O cerco largo que podem caminhar facilmente quatro pessoas ombro a ombro. Ao redor da praça também estavam construídas 200 casa em duas plantas e todos são de um mesmo estilo e tamanho. A habitação da primeira planta a cada uma tem 4 quartos. Dois deles estão afrente e outros dois detrás. A cada um dos quartos tem visto para o mercado e no verão são muito frescos”.

A seguir, Chardian descreve com as seguintes palavras a Praça de Naqshe-Jahan: "sobre os edifícios e os quartos ao redor da praça foram construídos pontos para acender o fogo nas festas, os quais não se viram em nenhuma parte do mundo, já que chegam a quase uns 50 mil tochas”. Finalmente, Chardian no seu roteiro agrega que conhece bem a Isfahán que a Londres. A Praça de Naqshe-Jahan ou Imam Khomeini, hoje em dia, tem uma atração muito particular. A volta da praça existe lojas onde os artistas praticam as suas obras sendo vendidos aos turistas. Os artistas, além de apresentar seus artesanatos tais como Khatam-kari (machetária), Qalam-zani (gravuras) e Mina-kari (metais esmaltadas), também se mostram o processo de fazer estes artesanatos aos turistas.

O espaço agradável com uma grande fonte no médio da praça, e passear com carruagens na praça, deixam uma fleiz e doce lembrança na memória dos turistas. Após a vitória da revolução islâmica do Irã, a praça tambem é utlizada para a realização de orações da sexta-feira e outras comícios e reuniões políticas.

Em parte a norte da Praça Imam Khomeini, frente do edifício de Aali-gapu, encontra-se uma mesquita que é uma dos mais lindos e destacados monumentos históricos de Isfahán, o qual é conhecido como a mesquita de Xeque Lotfollah. Ele é uma obra destacada do estilo de arquitetura de epoca, feito de azulejos do século XVII. A construção da mesquita durou dezoito anos na época do Xá Abbas Safavida.

Esta mesquita é diferente as outras mesquitas de Isfahán. A mesquita de Xeque Lotfollah, não tem o espaço exterior, ou seja, um pátio na sua frente, nem tem minarete, enquanto outras mesquitas antigas normalmente contam com uns pátios grandes e vários minaretes.

Esta mesquita não é muito espaçosa, mas totalmente está decorada com azulejos muito formosos, com caligrafias particulares feitas por artistas famosos da época de Safavi .

Os azulejos da cúpula da mesquita de Xeque Lotfollah são dos mais lindos que se observaram na arquitetura iraniana, devidos suas cores e desenhos aplicados. Através das janelas, que se encontra em diferentes lados da cúpula, entra a luz, a qual para além de alumiar dentro da mesquita gera um âmbito espiritual.

A mesquita está construída em forma de quatro áreas, mas, na parte da acima, o edifício se encontram oito espaços, sendo cobertos com a cúpula. O conhecido iranólogo estadounidense Arthur Upham Pope, escreve sobre a mesquita de Xeque Lotfollah da seguinte maneira: "no ponto de vista da arquitetura, as dimenções escolhidos são muito adequados. Os desenhos são muito lindos e, em geral, há um equilíbrio entre um mundo da emoção com o silêncio e a tranquilidade, o qual indica o talento e o gosto estético de seus criadores. E tudo isto não tem outro motivo mais que a fé e as inspirações celestiais”.